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ANUÁRIO DO HOSPITAL
DONA ESTEFÂNIA

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PEDIATRIA E ESCOLARIDADE: A MONTANTE DA CÁRIE DENTÁRIA - FAQs

Rosário Malheiro1, Ana Fernandes1, Jorge Pinheiro1, Lurdes Jorge1, Enf. Josefina Brandão1

1-Unidade de Estomatologia Pediátrica, Hospital de Dona Estefânia, Área de Cirurgia, Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE, Lisboa;

Preletora: Enf. Josefina Brandão

Formadora do Curso “O Essencial em Estomatologia na Criança e no Adolescente” integrado no Ciclo de Cursos do Internato Médico do Centro Hospital de Lisboa Central, EPE - Hospital de Dona Estefânia, 23 de Abril de 2013.

Introdução: é elevado o numero de questões que, em entrevista, os pais e/ou cuidadores pretendem ver esclarecidas sobre alimentação, higiene, pastas dentífricas e respectiva composição, riscos e vias de utilização do flúor.
Métodos: Através de diapositivos do PPT, foram apresentados casos clínicos da Unidade de Estomatologia Pediátrica, veiculando as respostas essenciais.
Resumo: Dos aspectos alimentares, sobressai a falta de entendimento do que é uma alimentação cariogénica: "o meu filho não come doces, só come bolachas, cereais, leite com chocolate" e todos são doces e cariogénicos. Nos aspectos de higiene, predominam as questões sobre a escovagem: "o meu filho não escova, mas bochecha com desinfectante", ignorando-se o factor atrito. São, também, perguntas frequentes: "quando deve iniciar pasta de adulto (o meu filho só tem 3 anos, já pode usar pasta de adulto?)", quando se devem usar exclusivamente essas mesmas; "ele quando era mais novo tomou muitos antibióticos, os problemas que ele tem nos dentes não será disso?", numa antiga e tradicionalista alusão aos "dentes das tetraciclinas, completamente em desuso. Estas e outras questões são apresentadas e esclarecidas nas entrevistas.
Conclusão: a profilaxia da cárie devia constituir objetivo primordial em Saúde Publica.
Palavra-chave: Cárie, Flúor